Usinas sucroenergéticas lideram a geração de emprego no setor industrial de Mato Grosso do Sul

Segundo o Radar Industrial, as usinas geraram 747 novos postos de trabalho com carteira assinada entre janeiro e abril deste ano.

As usinas de produção de etanol e açúcar lideraram no primeiro quadrimestre de 2019 a geração de empregos entre todo o setor industrial de Mato Grosso do Sul. É o que apontam dados do Radar Industrial da Federação das Indústrias do estado (Fiems), baseados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (7).

Segundo o Radar Industrial, as usinas geraram 747 novos postos de trabalho com carteira assinada entre janeiro e abril deste ano. Foram 618 vagas destinadas a fabricação de etanol nas plantas e outras 129 voltadas a fabricação de açúcar.

Para o presidente da Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), Roberto Hollanda Filho, o setor sucroenergético reagiu em termos de produção na última safra e a geração de novos postos de trabalho sinaliza a boa perspectiva do setor para o novo ciclo.

“Com o início da safra 2019/2020 já esperávamos um saldo maior de contratações, mas o número superou as nossas expectativas, o que é uma boa notícia para o setor e para o estado”, explica. A safra da cana-de-açúcar teve início dia 1 de abril e segue até 31 de março de 2020.

Ao todo, o setor sucroenergético é responsável por mais de 32 mil empregos diretos em Mato Grosso do Sul. Para cada emprego direto, especialistas calculam que são gerados três indiretos, o que soma mais de 96 mil empregos indiretos mantidos pelo setor.

Destaque entre as atividades agroindustriais do estado, o setor é o que oferece a melhor média salarial entre as indústrias com mais de 10 mil empregos gerados.

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