Com apoio da Suzano, educadores de Brasilândia (MS) e região participaram de projeto sobre linguagem criativa

Em seu terceiro ano, o Projeto de Estudos em Espaços Comunitários capacitou professores para atividades escolares pautadas no lúdico e na criatividade, impactando 1.500 alunos

Educadores de Brasilândia (MS) e região participaram em junho de mais uma atividade do projeto de Estudos em Espaços Comunitários. A segunda oficina do ano teve a participação da premiada autora de livros infantis e ilustradora Aline Abreu, que apresentou propostas educativas para 29 professores. A oficina é uma parceria da Suzano com a Fundação AH e a Secretaria de Educação de Brasilândia para oferecer uma oportunidade de formação continuada para educadores dentro de uma linguagem criativa, com formas de expressão através da escrita, da arte e do audiovisual.

“As oficinas privilegiam a prática, trazendo novos aprendizados e recursos criativos para os educadores aplicarem em sala de aula nas diversas disciplinas, contribuindo para uma formação mais completa dos alunos. O retorno positivo que recebemos de professores, pais de alunos e estudantes motiva ainda mais o grupo para os próximos encontros”, afirma Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da Suzano.

Desde sua implantação em Brasilândia e Bataguassu, em 2017, o Projeto de Estudos de Espaços Comunitários disponibilizou 110 vagas nas 18 ações, que impactaram cerca de 1.500 alunos e já contou com a participação de profissionais renomados das áreas de educação e cultura, como o Grupo de Contadoras de Histórias “As Meninas do Conto”, a educadora Elaine Naldi e a formadora Juliana Pádua. Este ano foram oferecidas 30 vagas para profissionais de Brasilândia, Bataguassu e  ̶  pela primeira vez  ̶  Três Lagoas.

Os cursos também são uma oportunidade de troca de experiências. Professores de instituições de Brasilândia como a Escola Municipal Ofaié E-Iniecheki, da comunidade indígena Ofaié, e da Escola Municipal Raimundo Pedro de Souza, localizada na zona rural, integram o grupo. Além das atividades para os educadores, 45 alunos de 4 a 15 anos moradores da zona rural da cidade têm aulas de arte e cultura no contraturno da escola na Fundação AH.

“É muito gratificante ver o envolvimento dos educadores. Eles comentam que o curso é uma complementação fundamental da formação deles e os ensinamentos modificaram a prática de ensino, ajudando a observar e entender melhor as necessidades dos alunos. Isso reflete na evolução dos jovens, que melhoram sua comunicação, expõem suas opiniões e se envolvem nas atividades. Eles não perdem uma aula”, diz Julia Guimarães Höfig, presidente da Fundação AH.

Próximos Encontros

Os próximos encontros estão marcados para 11 e 12 de julho, quando será promovida mediação de leitura na Fundação AH, e 16 de julho, com uma oficina de projetos pedagógicos em Bataguassu, voltada aos cerca de 200 professores da rede municipal.

Em setembro, 130 alunos da Escola Municipal Raimundo Pedro de Souza participam pela primeira vez das oficinas culturais e haverá distribuição de 100 livros para professores e alunos de das escolas integrantes do projeto.

Os cursos são focados na prática escolar, mas a comunidade também pode participar gratuitamente, mediante inscrição prévia, que pode ser feita pelo e-mail fundacaoah@ah.agr.br

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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