Prefeitura de Três Lagoas avança na revitalização de praças, com obras no Jardim Alvorada
A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA), segue transformando os espaços públicos da cidade. Após a conclusão bem-sucedida das reformas nas praças dos bairros Santa Luzia e Ferroviários, as equipes agora concentram esforços no bairro Jardim Alvorada, com planos de iniciar em breve a revitalização no Distrito de Arapuá.
As obras, coordenadas pelo Departamento de Manutenção da SEINTRA, incluem uma série de melhorias, como a reforma de calçadas, aplicação de pedras, recuperação de meios-fios, pintura de estruturas e reparos em alvenaria. Além disso, parquinhos, palcos, postes de iluminação e outros equipamentos estão sendo renovados, garantindo espaços mais seguros e atrativos para a população.
A História de Três Lagoas:
Monumento “Junta de Bois” instalado em 2019

A pecuária desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento e ocupação inicial de Três Lagoas no começo do século XX.
Detalhes sobre a pecuária em Três Lagoas no início do século XX:
Povoamento inicial e atividades econômicas: As primeiras famílias, entre o final do século XIX e o início do século XX, dedicavam-se à pecuária, exploração de madeira e, posteriormente, à coleta de erva-mate. A ocupação do território três-lagoense ocorreu inicialmente pelo desenvolvimento da pecuária. A boa qualidade dos campos, o clima adequado e a abundância de água atraíram criadores de gado para a região.
Três Lagoas era vista como uma “cow-town” (cidade do gado), atuando como ponto de contato entre as trilhas do gado e o terminal ferroviário. Sua dinâmica a impunha como uma cidade intermediária entre a produção do sertão e as mercadorias provenientes do Rio de Janeiro e São Paulo.
Em 1919, foi criada a Feira de Três Lagoas (pela Lei nº 810), com o objetivo de impulsionar a pecuária local e o comércio, consolidando a localidade como um importante centro industrial e comercial, a ideia ficou apenas no papel;
Em Três Lagoas, o transporte do gado e seus produtos, como queijos e charque, por “pelotas” (embarcações de couro de boi) em rios e o manejo dos animais em terrenos difíceis, eram parte da rotina dos sertanistas como Protázio Garcia Leal, um dos primeiros povoadores da região de Três Lagoas.
